Um pouco das minhas últimas semanas, do meu projeto e Homofobia.

O meu sumiço de um mês (certinho!!!) tem motivo. E esse motivo tem nota. E o que vai ser de mim ano que vem. Mas, de fato, vim mostrar a vocês (falando, porque eu não filmei) como foi minhas últimas semanas (e ai vocês vão entender o porque de o blog estar um mês sem atualização, coisa que eu espero que não aconteça mais). No meu colégio (eu curso o primeiro ano do ensino médio, é!), todo terceiro e quatro bimestre tem projeto! No terceiro, de assuntos que a coordenação decide e no quarto é feira do conhecimento (a feira acontece a muito tempo, mas, o do terceiro bimestre passou a acontecer ano passado), e o assunto principal desse projeto foi: convivendo com as diferenças. Quando eu soube que esse seria o assunto eu. pirei. mesmo. (Leia-se pirar MESMO, mas é mesmo meeeeeesmo.) Cada sala ficaria com o subtema, tipo: racismo, sexismo, estereótipos (EU QUERIA ESSE!!!!!!) e etc. A minha sala ficou com Homofobia (trabalhoso, polemico, porém maravilhoso) e ficamos com uma professora maravilhosa de se trabalhar. Fizemos a campanha com direito a sorteio de brindes, teatro de fantoches, peça, um acústico de Meninos e Meninas depois do hino, página no facebook e um blog (que postamos quase tudo do que aconteceu), queriamos trazer a campanha não só para o pátio do colégio mas também para a internet, já que, é um vínculo muito utilizado entre nos jovens. Conhecer a Homofobia mais de perto, com os casos, com os dados, com as influências foi bom demais. Tomar conhecimento de como ocorre, porque ocorre, como a pessoa é criticada apenas pela sua opção sexual.
Eu palestrei (não foi nada assim tão grandioso, nem se surpreendam) sobre o conceito, estatísticas e a “cura gay” na sexta passada (ô, pense em uma pessoa nervosa!!!! Mas deu tudo certinho) e quando eu lia as estatísticas pela milésima vez, eu me fazia a mesma pergunta: porque? Sabe, não me entra na cabeça que a cada 28 horas no ano passado um LGBTI (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, transgeneros, intersexuais) morreu por uma pessoa preconceituosa. O Brasil carrega 44% das mortes por Homofobia pela porcentagem mundial, além de, 10 homossexuais, 7 já sofreram algum tipo de agressão, seja verbal ou física.  Quando estavamos ensaiando, minha professora falou uma coisa que eu repeti na palestra e vou repetir aqui porque não passa da mais pura verdade: não disse esses dados para que a Homofobia não seja praticada apenas pelas mortes, digo as estatísticas para que a Homofobia não seja praticada pelo respeito. Afinal, aceitar é uma opção sua. Respeitar e uma obrigação de todos.
É isso, pensem sobre o assunto,falem o que pensam (com moderação e sem ofender).

O projeto acabou mas a nossa campanha não! Compartilhe: #TODASASFORMASDEAMOR

Beijao,
Mila.

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