RESENHA: A Menina que Roubava Livros

Já começo dizendo que este livro é incrível e que todo mundo deveria lê-lo. Sem sobra de duvidas.
Ele é incrível pela história, pelo ambiente, pelos personagens, por quem conta (isso é o que mais diferencia), um todo que o torna incrível!
O livro é contado pela morte…
“Quando a Morte conta uma história, você deve parar para ler.”
e isso é o que mais diferencia, particularmente, eu acho. A Dona Morte chega e começa a travar uma conversa com você – super normal! – falando sobre como está ocupada e em especial por uma garotinha que ela tombou três vezes e em todas – ou grande parte delas – essas vezes ela roubava livros. Enquanto ela narra a história você se envolve tanto que nem percebe que a Dona Morte quem narra a história, ai ela vem diz algo e ai você lembra que é ela quem narra.
OBS.: Você vai achar a Dona Morte boazinha.
Mas, então, a história é ambientada na Segunda Guerra Mundial, e grande parte dos “detalhes da guerra” ele incluiu, por exemplo, o momento dos bombardeios e quando a população se encondia – onde, particularmente e ironicamente, tem um dos momentos mais lindos do livro que eu não vou contar qual é -.
A Dona Morte conta a história da Liesel, a roubadora de livros, não em particular ela, mas também das pessoas quem a envolvem. Logo de início a Liesel tem duas perdas bem grandes, e por alguns motivos a mãe dela é obrigada a entrega-la ao Hans e a Rosa (gente, esses dois são muito amor), que são os novos pais adotivos da Liesel. A Rosa é um boca suja, grosseira mas, no fim de tudo, coração mole. O Hans – meu personagem preferido, desculpem – é um cara meigo e desde do princípio toma uma amizade linda com a Liesel.
A partir de então, a Morte começa a contar a vida da Liesel e de todos os quem a envolve de uma forma que você se apaixona demais. E o Rudy? Ai… desde o início pedindo um beijo a Liesel, mas…
Também tem o Max, que tem uma relação linda com a Liesel e eu não vou dizer nem quando e nem como aparece na história.
Além da história linda, você toma um curso de alemão básico – não gente, to brincando – o livro é repleto de fatos da Segunda Guerra Mundial e mais umas coisinhas! Ele é divido em 10 partes e em cada uma apresenta momentos que vai compondo a história.

Houve uma adaptação cinematográfica do livro que foi lançada em Janeiro desse ano, queria fazer umas comparações mas estou esperando a boa vontade do telecine passar. (Que será dia 18/11, às 21h no Telecine Premium).

Mas é isso, espero que vocês gostem da resenha!

A Menina que Roubava Livros, de Markus Zusak. Publicado aqui no Brasil pela Editora Intrínseca em 2006. Tradução por: Vera Ribeiro.

Um beijo,
Mila.

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